Os alunos mostraram grande entusiasmo pelo tema da I Mostra e executaram todas as atividades propostas tanto no LIE quanto para expor nos stands. 
A presença negra no Brasil já tem mais de 500 anos, mas a história dos africanos e afrodescendentes em nosso país ainda é pouco conhecida. Cabe a nós, professores, mudar essa realidade.
Os alunos mostraram grande entusiasmo pelo tema da I Mostra e executaram todas as atividades propostas tanto no LIE quanto para expor nos stands. 
As habitações, em sua maioria casas de pau-a-pique com tabocas entrecruzadas, tendo seus espaços preenchidos com terra barreada (socada) distribuem-se, em meia lua, pelo espaço físico do quilombo.
As residências, geralmente são de duas águas, com encaibramento de madeira roliça e cobertura com folhas de palmeiras típicas da região, exemplificando com o buriti e o babaçu, possuindo de dois a três ambientes separados por esteiras e piso de terra socada.
Os pertences do interior são poucos e rústicos: esteiras, catres, redes, potes, alguns objetos de uso pessoal como chapéu, facão etc..Assistam o filme que produzimos sobre a excursão que realizamos no dia 21/08/2009.
Se quisermos encontrar algum fator comum na alimentação dos africanos, temos primeiro que dividir o continente em duas regiões:
I - O norte da África, onde se tornou habitual o cultivo do trigo (incluindo a Etiópia e o norte do sudão) – esta culinária é desenvolvida na culinária mediterrânica .
II - a África subsaariana onde, em geral, não é o trigo, mas outros vegetais farináceos que constituem a base da alimentação – é desta região que o presente artigo se debruça.
Os alunos que estiverem estudando esse tema poderão elaborar um livro de receitas com pratos introduzidos no Brasil pelos africanos. Entre esses alimentos podemos citar: pamonha, quiabo, vatapá, angu, feijoada, mungunzá, acarajé e caruru. Ao final do trabalho, poderão, com os professores, escolher algumas dessas receitas para serem feitas e oferecidas aos membros da comunidade escolar.
A música sempre foi a herança mais visível que os negros escravizados trouxeram da África para o Brasil. Diversa, bonita e rítimica, a tradição africana se misturou e se transformou aqui no pais. |
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(Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro)
Clique para ouvir em RealPlayer com Clara Nunes
Ninguém ouviu um soluçar de dor
No canto do Brasil.
Um lamento triste sempre ecoou
Desde que o índio guerreiro
Foi pro cativeiro e de lá cantou.
Negro entoou um canto de revolta pelos ares
No Quilombo dos Palmares, onde se refugiou.
Fora a luta dos inconfidentes
Pela quebra das correntes.
Nada adiantou.
E de guerra em paz, de paz em guerra,
Todo o povo dessa terra
Quando pode cantar,
Canta de dor.
E ecoa noite e dia: é ensurdecedor.
Ai, mas que agonia
O canto do trabalhador...
Esse canto que devia ser um canto de alegria
Soa apenas como um soluçar de dor
"Ninguém nasce odiando outra pessoa
pela cor de sua pele,
ou por sua origem, ou sua religião.
Para odiar, as pessoas precisam aprender,
e se elas aprendem a odiar,
podem ser ensinadas a amar,
pois o amor chega mais naturalmente
ao coração humano do que o seu oposto.
A bondade humana é uma chama que pode ser oculta,
jamais extinta".
Nelson Mandela